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	<title>WikiHP - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<title>Ignácio Martín-Baró</title>
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		<updated>2022-07-29T16:30:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;187.61.135.3: /* Biografia */ Remoção de trecho repetido.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Ignácio &amp;quot;Nacho&amp;quot; Martín-Baró, nasceu em Valladolid (Espanha) em 7 de novembro de 1942, sendo naturalizado em El Salvador. Foi um psicólogo, social, professor, filósofo e padre jesuíta. Ficou conhecido por usar os ideais teológico-ético-políticos da teologia da libertação, para desenvolver uma psicologia da libertação, voltada para a justiça social de El Salvador. Com base nos ideais da teologia da libertação, e da pedagogia dos oprimidos de Paulo Freire, Martín-Baró realizou pesquisas com as classes mais baixas e oprimidas de El Salvador, com o intuito de sensibilizá-los e empoderá-los em meio a traumas sociais, políticos e de guerra, visto que o país passava por uma processo de guerra civil.&lt;br /&gt;
==Biografia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ignácio Martín-Baró, passou a maior parte da infância em Valladolid, Espanha. Também estudou no colégio jesuíta São José onde, desde cedo esteve envolvido com as questões religiosas que o fizeram despertar a sua vocação. Em 18 de setembro de 1959, aos 17, no mesmo ano em que a América Latina e o mundo se petrificaram diante da primeira revolução socialista no continente que foi a Revolução Cubana. Martín-Baró, adentrava na Companhia de Jesus em Orduña na Espanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos meses depois, foi transferido para a Vilagarcía de Arousa (Espanha), e então foi enviado à América Central, onde completou seu segundo ano de noviciado. No final de Setembro de 1961 seus superiores o transferiram para a Universidade Católica de Quito, onde estudou Humanidades Clássicas. Após esse período, Baró viajou para Colômbia em Bogotá para estudar filosofia na Pontificia Universidad Javeriana, coordenada por Jesuítas. E em 1964 obteve o bacharelado em Filosofia e no ano seguinte a licenciatura em Filosofia e Literatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois anos após receber o título de professor, em 1966, Baró retornou para El Salvador, e lecionou no Colégio Externado San José, nesse período ele foi professor e coordenador acadêmico até o ano de 1967, quando começou a ensinar na Universidad Centroamericana &amp;quot;José Simeón Cañas&amp;quot; (UCA). O psicólogo viajou para estudar Teologia na Alemanha, na cidade de Frankfurt e em Lovaina na Bélgica. Retornou para El Salvador a fim de dar continuidade aos estudos e em 1970 obteve o Bacharel em Teologia no bairro Eegenhoven na cidade de Lovain. Quando completou os estudos em Teologia, ele começou a estudar psicologia na UCA (Universidad Centroamericana José Simeón Canãs), em El Salvador, mesma universidade que atuava como professor. Em 1971 e 1972 ele ensinou psicologia na Academia Nacional de Enfermagem em Santa Ana, El Salvador. Ele foi Decano dos estudantes e membro do conselho Superior da Universidade de 1972 à 1975. Entre 1971 e 1974 ele foi chefe do conselho editorial da Academic Journal Estudios Centroamericanos (ECA), e em 1975 foi diretor dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1977, recebeu o título de mestrado em ciências sociais na Universidade de Chicago, na sua dissertação do mestrado escreveu sobre &lt;br /&gt;
atitudes sociais e conflitos de grupos em El Salvador. Dois anos depois, no ano de 1979, o Doutorado em Psicologia Organizacional, abordando em sua dissertação sobre a densidade populacional nas classes populares Salvadorenhas. Nessa universidade se vivia uma realidade muito diferente de El Salvador, apesar disso, Baró se voltou para a realidade Salvadorenha. Quando finalizou os estudos, se mudou para El Salvador e voltou a trabalhar na UCA onde lecionou psicologia. Em 1981, ele foi vice-reitor da academia e membro do conselho de administração. No ano seguinte, em 1982, ele foi o chefe do departamento de psicologia. Já em 1989, a vice-reitoria foi dividida em duas e Baró tornou-se vice-reitor de pós-graduação e diretor de pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1986, com o objetivo de impulsar a psicologia social e desideologizar a política polarizada em El salvador, Baró fundou o Instituto Universitário de Opinião Pública (IUDOP) e começa a trabalhar com a análise da opinião pública Salvadorenha a respeito dos problemas vividos. O Padre Ignácio Martin-Baró era membro do conselho editorial da UCA Editores e Estudos Centroamericanos (ECA), do Jornal de Psicologia Salvadorenha e da revista Polémica (Costa Rica). Ele era também um professor visitante na Universidade Central da Venezuela, &lt;br /&gt;
Universidade de Zulia (Maracaibo), Universidade de Porto Rico (campus de Río Piedras), Pontificia Universidad Javeriana em Bogotá, Universidade Complutense de Madrid e Universidade da Costa Rica em San José.Martín-Baró era um membro da Associação Americana de Psicologia e da Associação Salvadorenha. Era o vice-presidente da divisão Mesoamericana da Sociedade Interamericana de Psicologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baró dedicou sua vida à luta pela libertação em El Salvador, simultaneamente, no trabalho desenvolvido com os trabalhadores de campo.&lt;br /&gt;
Já no meio acadêmico, publicou onze livros e uma longa lista de artigos culturais e científicos com inúmeros escritos sobre psicologia social e política, em diversos jornais e revistas Latino-Americanos e Norte Americano. Seu interesse por psicologia começou em Bogotá, onde leu diversos livros de psicologia por conta própria, Baró procurou o conselho dos melhores professores de psicologia da Pontificia Universidad Javeriana. Demonstrando interesse por psicologia social, o seu primeiro livro saiu de suas primeiras aulas em 1972, Psychodiagnosis of Latin America (Psicodiagnóstico da América Latina). Logo, outros textos universitários foram produzidos, integrando a psicologia social tradicional no contexto da guerra civil salvadorenha, marcada pela desigualdade, injustiça, governos autoritários e a guerra civil. Entre seus objetos de estudo estavam: o machismo (1968), os processos de aglomeração(1973), a saúde mental (1984), o fatalismo (1987), a violência (1988) e a guerra (1981-1989).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por conta de seu envolvimento político, e suas ideias que se opunham à política conservadora. Em 16 de Novembro de 1989, aconteceu o massacre dentro da Universidad Centroamericana (UCA), o crime hediondo foi perpetrado em El Salvador, um grupo de soldados, por ordem do alto comando das Forças Armadas, invadiu o dormitório dos jesuítas durante a madrugada, a ordem era para exterminar os intelectuais acusados de comunistas e terroristas que apoiavam a guerrilha da resistência resultando nos assassinatos dos jesuítas, Ignacio Martín-Baró, Ignacio Ellacuría, Segundo Montes, Juan Ramón Moreno, Amando López, Joaquín López y López e da funcionária Elba Ramos e sua filha &lt;br /&gt;
Celina Ramos, além disso, outros vinte e oito civis também foram executados pelo exército de El Salvador. Entre civis estavam um dirigente sindical, uma líder do movimento de mulheres universitárias, nove membros de uma cooperativa agrícola indígena e dez estudantes universitários. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas mortes se somaram às de milhares de salvadorenhos - camponeses, operários, religiosos, profissionais liberais, estudantes - que, desde meados da década de 1970 até a assinatura dos Acordos de Paz em 1992. O padre Ignácio Martin Baró deixou claro o seu posicionamento ético que era estar do lado dos pobres e oprimidos como um teólogo da libertação. No momento em que alguém se solidariza e se engaja com os sofredores e oprimidos, se angaria automaticamente, inimigos entre os detentores do poder. Portanto, é importante apontar aqui que sua opção ética pelos pobres, a libertação do país, a sua práxis junto a eles, tenha sido uma das principais causas do seu assassinato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O assassinato na UCA marcou uma virada na Guerra Civil de El Salvador. Aumentou a pressão internacional sobre o governo Salvadorenho para assinar o acordo de paz com a organização guerrilheira FMNL. Ademais, as obras do padre Ignácio Martin-Baró antes conhecida somente em países de língua espanhola e em algumas regiões dos Estados Unidos, passou a ser reconhecida mundialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Contribuições==&lt;br /&gt;
• Fundador a Psicologia Social da libertação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Em 1986, durante a guerra civil, Baró institui o IUDOP (Instituto Universitário da Opinião Pública da UCA).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Estudo sobre a consciência, importantes debates sobre o indivíduo e a sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Desenvolveu uma argumentação sobre o fato de que a psicologia latino-americana serviu ao modelo capitalista de modo a moldar as mentes e os comportamentos através de modelos dominantes que se baseavam no positivismo, no individualismo, no hedonismo e em uma visão homeostática da ciência que, além disso, se posicionava de maneira a-histórica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Conduziu caminhos para a construção de uma psicologia mais humana e engajada nos problemas do povo latino-americano que ainda demonstram toda a sua atualidade.&lt;br /&gt;
==Teoria==&lt;br /&gt;
===A psicologia social de Martín-Baró===&lt;br /&gt;
As discussões desenvolvidas por Baró ocorrem no período da Crise da Psicologia Social. Na base dessa crise está a aliança da Psicologia com a ordem instituída e o positivismo em um período de grande inquietação no mundo. Enquanto o paradigma científico pregava a neutralidade científica, o psicólogo e padre da ordem dos jesuítas Ignácio Martin-Baró, iniciou um movimento dentro da Psicologia sob o título Psicologia da Libertação que foi impulsionado pelo movimento da Teologia da Libertação. Martin-Baró defendia que a psicologia deveria desenvolver a partir das condições sociais e aspirações históricas da classe popular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em suas palestras e escritos, ele rejeitou a neutralidade na psicologia, o padre Ignácio Martín-Baró ensinou uma psicologia criticamente engajada com os diferentes projetos alternativos de sociedade existentes na América Latina. Estava convencido do papel &amp;quot;desideologizante&amp;quot; da psicologia social e por esse motivo questionou os principais modelos teóricos da psicologia, visto que considerava inadequados para enfrentar as situações de violência coletiva prevalecentes em El Salvador, devido à crise política e à ditadura militar.&lt;br /&gt;
===Psicologia social da libertação===&lt;br /&gt;
A Psicologia Social da Libertação, foi oriunda do movimento de crise da Psicologia Social na América Latina, sendo caracterizada como uma Psicologia Social Crítica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A teoria da Psicologia Social da Libertação tem como objetivo dar respostas aos graves problemas de injustiça estrutural e desigualdades sociais, situando seu quefazer a partir das circunstâncias concretas dos latino-americanos. Tendo assim, a construção de uma Psicologia capaz de ajudar o povo a compreender sua realidade e libertar-se dos condicionamentos que sua estrutura social os impõe.&lt;br /&gt;
==Influências e influenciados==&lt;br /&gt;
As obras do padre Ignácio Martin-Baró foi fortemente influenciada pela guerra civil de El Salvador. A Pedagogia da Libertação, em específico o conceito de &amp;quot;conscientização crítica&amp;quot; originalmente proposto por Paulo Freire e Álvaro Vieira Pinto (Costa, 2020), exerceram influência sobre o pensamento de Baró, assim como a Teologia da Libertação e o Concílio Vaticano II em Medellín. Outrossim, o autor colombiano Orlando Fals Borda que questionou o Eurocentrismo, e um dos teóricos da Sociologia da Libertação, foi também um dos sujeitos a Influenciar Baró, tanto que o padre jesuíta escreveu Conscientización y Currículos Universitários, inspirado nas ideias do filósofo colombiano. O padre jesuíta foi influenciado pelo seu companheiro de estudos e também padre Ignácio Ellacuria, que foi assassinado na UCA pelas forças armadas de El Salvador (Junior; Guzz).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação a influência exercida por ele, a psicóloga social brasileira, Silvia Lane, uma das fundadoras da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO), disse se apoiar nas ideias de Baró para pensar o papel político da psicologia. Baró influenciou na construção da teoria da Psicologia Social Comunitária (Nepomuceno), assim como alguns pensamentos da Psicologia Social. Além disso exerceu influência na Psicologia Feminista e em toda América Latina.&lt;br /&gt;
==Obras==&lt;br /&gt;
Apesar de sua vida curta, Baró publicou diversos artigos, e mesmo após a sua morte a publicação de algumas obras suas continuaram. Eis aqui todas as publicações realizadas por Baró.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1966&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*A morte como problema filosófico. RCT 21, 212, 7-12. - Miguel A. Sholojov, Prêmio Nobel de Literatura (b). RCT 21, 212, 15-16.&lt;br /&gt;
*Um estranho remédio para a homossexualidade: sua legalização. ECA 21, 213, 54.&lt;br /&gt;
*Pablo Antonio Cuadra, terra e luz da Nicarágua. RCT 21, 215, 93-95.&lt;br /&gt;
*A forja de rebeldes. RCT 21, 221, 287-88. 1967.&lt;br /&gt;
*A figura do ano. ECA 22.224, 369-70. - Rubén Darío, entrevista. RCT 22, 226, 444-45.&lt;br /&gt;
*Quem tem medo de James Bond?. RCT 22, 227, 511-12. 1968.&lt;br /&gt;
*O pulso do tempo; guerrilheiros e hippies, explodam. ECA 23, 234. 25-26.&lt;br /&gt;
*O complexo machista ou &amp;quot;machismo&amp;quot;. RCT 23, 235, 38-42. Rpt. 1970, ECA 25, 267, 677-683.&lt;br /&gt;
*Propaganda: deseducação social. RCT 23, 243, 367-373.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1970&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Psicologia da carícia. ECA, 25, 264, 496-498.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1971&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Problemas atuais na psicopedagogia escolar. ECA 26, 273, 401-413.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1972&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Uma nova pedagogia para uma nova universidade. RCT 27, 281-282, 129-145.&lt;br /&gt;
*Do álcool à maconha. ECA 27, 283, 225-242.&lt;br /&gt;
*Cabeleireiros institucionais. RCT 27, 283, 297-301.&lt;br /&gt;
*Munique 72: o declínio de uma mitologia. RCT 27, 288-289, 697-701.&lt;br /&gt;
*Orçamentos psicossociais de uma característica de nossos países. ECA 27, 290, 763-786. Em A. Blanco (Ed.), Liberation Psychology. Madrid: Editorial Trotta, 1998, sob o título &amp;quot;Orçamentos psicossociais do caráter&amp;quot;, Capítulo I, pp. 39-71.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do futuro, a técnica e o planeta dos macacos. ECA 27, 290, 795-799.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Para um ensino libertador. Universidades (México), 50, 9-26.&lt;br /&gt;
*Psicodiagnóstico da América Latina. San Salvador: Editores UCA.&lt;br /&gt;
*A negligência social do poder opressor. 972, pp. 121-140. Rpt. 1976, pp. 98-109.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1973&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Algumas repercussões psicossociais da densidade demográfica em El Salvador. RCT 28, 293-294, 123-132. Rpt. 1977 (a), pp. 429-442.&lt;br /&gt;
*Antipsiquiatria e psicanálise. ECA 28, 293-94, 203-206.&lt;br /&gt;
*Cartas ao presidente: reflexões psicossociais sobre um caso de personalismo político em El Salvador. ECA, 28, 296, 345-57.&lt;br /&gt;
*Psicologia do camponês salvadorenho. RCT 28, 297-298, 476-495.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1974&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Quem é um povo?: Reflexões para uma definição do conceito de gente. RCT 29, 303-4, 11-20. Tradução para o inglês em A. Aron e S. Corne (Eds.), Writings for a Liberation Psychology. Ignacio Martín-Baró. Cambridge: Harvard University Press, 1996, Capítulo 10, pp. 173-185.&lt;br /&gt;
*Elementos de consciência sócio-política nos currículos das universidades. ECA 29, 313-314, 765-783. EN A. Blanco (Ed.), Liberation Psychology. Madrid: Editorial Trotta, 1998, sob o título &amp;quot;Sensibilização e currículos universitários&amp;quot;, Capítulo II, pp. 131-159. Tradução para o inglês em J. Hasset e H. Lacey (Eds.), Rumo a uma sociedade que serve seu povo: as contribuições intelectuais dos jesuítas assassinados em El Salvador. Washington, DC: Georgetown University Press, 1991, pp. 138-140.&lt;br /&gt;
*Da evasão à invasão. ABRA (El Salvador), 0, 19-24.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1975&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Culpa religiosa em bairro popular. Tese de bacharelado em psicologia. UCA de El Salvador (não publicado).&lt;br /&gt;
*Cinco teses sobre paternidade aplicadas a El Salvador. ECA 30, 319-320, 265-282.&lt;br /&gt;
*O corpo discente e a estrutura universitária. ECA 30, 324-25, 638-51.&lt;br /&gt;
*O valor psicológico da repressão política através da violência. ECA 30, 326, 742-752. Rpt. 1976, pp. 310-327. Tradução para o inglês em A. Aron e S.&lt;br /&gt;
*Corne (Eds.), Writings for a Liberation Psychology. Ignacio Martín-Baró. Cambridge: Harvard University Press, 1996, Capítulo 9, pp. 149-172.&lt;br /&gt;
*Elementos de conscientização nos currículos universitários. Guatemala: FUPAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1976&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Problemas de psicologia social na América Latina (compilação de textos). San Salvador: Editores UCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1977&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Psicologia, ciência e consciência (compilação de textos). San Salvador: Editores UCA.&lt;br /&gt;
*Do QI ao quociente racial. RCT 32, 345, 485-494.&lt;br /&gt;
*Atitudes sociais e conflito de grupo em El Salvador. Dissertação de mestrado em Ciências Sociais. Universidade de Chicago (não publicado).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1978&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Moradia mínima: trabalho máximo. ECA 33, 359, 732-33.&lt;br /&gt;
*Lei e ordem na vida da pousada (Com M. Herrera). ECA 33, 360, 803-828.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1979&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Cem anos de psicologia. RCT 34, 368, 432-433.&lt;br /&gt;
*Densidade domiciliar e aglomeração em salvadorenhos de classe baixa.&lt;br /&gt;
*Tese de doutorado Universidade de Chicago (não publicado).&lt;br /&gt;
*Fazendo a universidade (compilação de textos). Guatemala: FUPAC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1980&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Monsenhor: uma voz para um povo oprimido. In J. Sobrino, I. Martín-Baró e R.&lt;br /&gt;
*Cardenal (eds.), A voz dos sem voz: a palavra viva de Monsenhor Oscar Arnulfo Romero . San Salvador: editores UCA, pp. 13-34. Rpt. 1990, Christus, 55, 632, 28-38.&lt;br /&gt;
*Fantasmas sobre um governo popular em El Salvador. ECA 35, 377-378, 277-290.&lt;br /&gt;
*Ocupação juvenil: reflexões psicossociais de um refém por 24 horas. RCT 35, 379, 463-474.&lt;br /&gt;
*De Cuba e sem amor. RCT 35, 379, 485-486.- A imagem da mulher em El&lt;br /&gt;
*Salvador. ECA 35, 380, 557-568.&lt;br /&gt;
*Com a morte de Piaget. ECA 35, 383, 869-871.&lt;br /&gt;
*O psicólogo no processo revolucionário. San Salvador (não publicado).&lt;br /&gt;
*Genocídio em El Salvador. San Salvador (não publicado).&lt;br /&gt;
*Densidade domiciliar e aglomeração em salvadorenhos de classe baixa. Dissertation Abstracts International 40, 10-B, 5077-5078.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1981&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*A guerra civil em El Salvador. RCT 36, 387-388, 17-32.&lt;br /&gt;
*A liderança de Monsenhor Romero: uma análise psicossocial. RCT 36, 389, 152-172.&lt;br /&gt;
*Atitudes em El Salvador para uma solução política para a guerra civil. ECA 36, 390-91, 325-348.&lt;br /&gt;
*Aspirações da pequena burguesia salvadorenha. RCT 36, 394, 773-788.&lt;br /&gt;
*As raízes psicossociais da guerra em El Salvador. San Salvador (não publicado).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1982&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Um jovem sem liderança política. Boletim de psicologia de El Salvador 1, 5, 8-10&lt;br /&gt;
*O apelo da extrema direita. ECA 37, 403-404, 453-466. Tradução para o inglês em J. Hasset e H. Lacey (Eds.), Rumo a uma sociedade que serve seu povo: as contribuições intelectuais dos jesuítas assassinados em El Salvador. Washington, DC: Georgetown University Press, 1991, pp. 293-305.&lt;br /&gt;
*Um psicólogo social antes da guerra civil em El Salvador. Journal of the Latin American Association of Social Psychology, 2, 91-111.&lt;br /&gt;
*Escola ou prisão? A organização social de um centro de aconselhamento em El&lt;br /&gt;
*Salvador (Com V. Iraheta e A. Lemus de Vides). ECA 37, 401, 179-92.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1983&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ação e ideologia: psicologia social da América Central(para). San Salvador: Editores UCA.&lt;br /&gt;
*Traços femininos de acordo com a cultura dominante em El Salvador. El Salvador Psychology Bulletin 2, 8, 3-7.&lt;br /&gt;
*Polarização social em El Salvador. RCT 38, 412, 129-142.&lt;br /&gt;
*Os setores intermediários antes do plano Reagan: uma perspectiva sombria. ECA 38, 415-416 517-522.&lt;br /&gt;
*Jogo imperial: abuso e mentiras em Granada. ECA 39, 421-22, 1018-21.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===&#039;&#039;&#039;1984&#039;&#039;&#039;===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*A necessidade de votar: atitudes do povo salvadorenho frente ao processo eleitoral de 1984 (Com VA Orellana). ECA 39, 426-427, 253-264.&lt;br /&gt;
*O último discurso de Alvaro Magaña. ECA 39, 428, 425-427.&lt;br /&gt;
*Guerra e saúde mental (c). RCT 39, 429-30, 503-514. Rpt. 1990a, pp. 71-88; 1990, pp. 23-40; Tradução para o inglês em A. Aron e S. Corne (Eds.), Writings for a Liberation Psychology. Ignacio Martín-Baró. Cambridge: Harvard University Press, 1996, Capítulo 6, pp. 108-121.&lt;br /&gt;
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==Autoria==&lt;br /&gt;
Verbete criado inicialmente por: Maria Stefany Lima e Vitória Bom Gomes, como exigência parcial para a disciplina de Estudos Avançados Em História da Psicologia da UFF de Rio das Ostras. Criado em 2020.2, publicado em 2021.1&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personagens]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>187.61.135.3</name></author>
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