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	<title>Mesmerismo/Magnetismo Animal - Histórico de revisão</title>
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		<id>http://wiki.historiadapsicologia.com.br/index.php?title=Mesmerismo/Magnetismo_Animal&amp;diff=1391&amp;oldid=prev</id>
		<title>Gunther Mafra Guimarães: Pequenas correções nas citações utilizadas ao longo do verbete</title>
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		<updated>2024-09-16T21:36:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pequenas correções nas citações utilizadas ao longo do verbete&lt;/p&gt;
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				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 21h36min de 16 de setembro de 2024&lt;/td&gt;
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De todo modo, prevaleceu a conclusão geral de que a responsável pelos fenômenos era a imaginação, como explicitado por um relato de Jean-Sylvain Bailly, responsável por registrar o processo:&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O toque, a imaginação e a imitação são as verdadeiras causas  atribuídas a este agente novo, conhecido sob o nome de magnetismo animal, a este fluido que se diz circular nos corpo e se comunicar de indivíduo a indivíduo (...) Este fluido não  existe (...) Há razões para crer que a imaginação é a principal causa dentre aquelas que se destacaram acima. Percebeu-se, pelas experiências citadas, que ela é suficiente para produzir as crises. A pressão e o toque parecem, assim, servir-lhe como preparação; é pelo toque que os nervos começam a se excitar e a imitação comunica e expande suas impressões. Mais é a imaginação, esta potência ativa e terrível que opera os grandes efeitos que se observa com espanto nos tratamentos públicos.” (&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Bailly &lt;/del&gt;1826/2004a, pp. 111-112)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;Os relatórios de ambas as comissões, realizados de forma independente, concluíram que o fluido defendido por Mesmer não exerceu nenhuma ação sobre os pacientes analisados, e demonstraram que as supostas curas poderiam ser atribuídas aos efeitos da imaginação, do toque e da imitação, em vez de ministrações magnéticas. Os comissários observaram que uma condição importante para ser magnetizado era a crença ou expectativa da pessoa suscetível de que as condições de estímulo apropriadas haviam sido atendidas, visto que indivíduos que acreditavam estar magnetizados eram acometidos por crises mesmo quando nenhuma magnetização havia ocorrido. Experimentos com olhos vendados e sem as vendas também foram realizados, nos quais a visão da prática sendo executada contribuía para a ocorrência dos fenômenos associados, permitindo a conclusão de que o olhar atuaria na imaginação.  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Dentre as diferenças presentes nos métodos avaliativos de cada comissão, tem-se a questão da observação e da experimentação direta. A Comissão Real foi responsável por realizar ambas as formas (incluindo além da magnetização dos pacientes avaliados, a magnetização de oito de seus comissários, realizada na Clínica de D’Eslon), enquanto a Comissão da Sociedade Real de Medicina restringiu-se à observação. De todo modo, prevaleceu a conclusão geral de que a responsável pelos fenômenos era a imaginação, como explicitado por um relato de Jean-Sylvain Bailly, responsável por registrar o processo:&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O toque, a imaginação e a imitação são as verdadeiras causas  atribuídas a este agente novo, conhecido sob o nome de magnetismo animal, a este fluido que se diz circular nos corpo e se comunicar de indivíduo a indivíduo (...) Este fluido não  existe (...) Há razões para crer que a imaginação é a principal causa dentre aquelas que se destacaram acima. Percebeu-se, pelas experiências citadas, que ela é suficiente para produzir as crises. A pressão e o toque parecem, assim, servir-lhe como preparação; é pelo toque que os nervos começam a se excitar e a imitação comunica e expande suas impressões. Mais é a imaginação, esta potência ativa e terrível que opera os grandes efeitos que se observa com espanto nos tratamentos públicos.” (&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;BAILLY, &lt;/ins&gt;1826/2004a, pp. 111-112)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;Os relatórios de ambas as comissões, realizados de forma independente, concluíram que o fluido defendido por Mesmer não exerceu nenhuma ação sobre os pacientes analisados, e demonstraram que as supostas curas poderiam ser atribuídas aos efeitos da imaginação, do toque e da imitação, em vez de ministrações magnéticas. Os comissários observaram que uma condição importante para ser magnetizado era a crença ou expectativa da pessoa suscetível de que as condições de estímulo apropriadas haviam sido atendidas, visto que indivíduos que acreditavam estar magnetizados eram acometidos por crises mesmo quando nenhuma magnetização havia ocorrido. Experimentos com olhos vendados e sem as vendas também foram realizados, nos quais a visão da prática sendo executada contribuía para a ocorrência dos fenômenos associados, permitindo a conclusão de que o olhar atuaria na imaginação.  &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Gunther Mafra Guimarães</name></author>
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		<id>http://wiki.historiadapsicologia.com.br/index.php?title=Mesmerismo/Magnetismo_Animal&amp;diff=1390&amp;oldid=prev</id>
		<title>Gunther Mafra Guimarães: Inserção completa do verbete na WikiHP</title>
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		<updated>2024-09-16T21:32:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Inserção completa do verbete na WikiHP&lt;/p&gt;
&lt;a href=&quot;http://wiki.historiadapsicologia.com.br/index.php?title=Mesmerismo/Magnetismo_Animal&amp;amp;diff=1390&quot;&gt;Mostrar alterações&lt;/a&gt;</summary>
		<author><name>Gunther Mafra Guimarães</name></author>
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