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A Psicologia da Libertação no Brasil desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento de instituições e de uma psicologia social crítica, com Paulo Freire e Silvia Lane sendo nomes importantes nesse processo.
A Psicologia da Libertação no Brasil desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento de instituições e de uma psicologia social crítica, com Paulo Freire e [[Silvia Lane]] sendo nomes importantes nesse processo.


[[Silvia Lane]] foi uma psicóloga brasileira pioneira e fundadora da Psicologia Social Crítica no Brasil. Ela se opôs à psicologia tradicional, que tendia a focar no indivíduo isolado e nas classes privilegiadas. Lane propôs uma prática psicológica comprometida com as transformações sociais e com a realidade das populações oprimidas. Sua abordagem foi profundamente influenciada pelo marxismo, pela pedagogia de Paulo Freire e pela Psicologia da Libertação.
Silvia Lane foi uma psicóloga brasileira pioneira e fundadora da Psicologia Social Crítica no Brasil. Ela se opôs à psicologia tradicional, que tendia a focar no indivíduo isolado e nas classes privilegiadas. Lane propôs uma prática psicológica comprometida com as transformações sociais e com a realidade das populações oprimidas. Sua abordagem foi profundamente influenciada pelo marxismo, pela pedagogia de Paulo Freire e pela Psicologia da Libertação.


A Psicologia Social Crítica, consolidada por autoras como Silvia Lane e desenvolvida principalmente no Brasil, possui forte influência da Psicologia da Libertação e do marxismo. Essa vertente critica a psicologia tradicional por sua suposta neutralidade e individualismo, entendendo o sofrimento humano como um resultado direto de determinações históricas e sociais.
A Psicologia Social Crítica, consolidada por autoras como Silvia Lane e desenvolvida principalmente no Brasil, possui forte influência da Psicologia da Libertação e do marxismo. Essa vertente critica a psicologia tradicional por sua suposta neutralidade e individualismo, entendendo o sofrimento humano como um resultado direto de determinações históricas e sociais.

Edição das 20h22min de 24 de agosto de 2025

A Psicologia da Libertação é uma abordagem crítica da psicologia desenvolvida pelo psicólogo social, filósofo e padre jesuíta Ignacio Martín-Baró. Ela surgiu em um contexto de profunda instabilidade política e social na América Latina entre as décadas de 1970 e 1980. Esse movimento não nasceu isoladamente, mas como fruto de uma realidade marcada por desigualdades profundas, repressão política e conflitos sociais na região. A Psicologia da Libertação busca dar ênfase às questões sociais e históricas das classes populares latino-americanas, rompendo com a ideia de neutralidade científica. Seu principal objetivo é compreender os impactos da violência política e da opressão, promovendo intervenções no campo psicológico que contribuam para a transformação social, a resistência e o empoderamento dos grupos marginalizados.

História

Ignacio Martín-Baró

Ignacio Martín-Baró foi um importante psicólogo social, filósofo e padre jesuíta. Nascido na Espanha em 1942, cultivou interesses religiosos e acadêmicos desde jovem, o que o levou a estudar questões humanas, sociais, filosóficas e teológicas. Ele foi enviado pela igreja para  El Salvador, onde se tornou professor e pesquisador, aplicando sua compreensão da psicologia para promover a justiça social e a transformação social, sob influência da  Teologia da Libertação. Sua dedicação aos direitos humanos e às comunidades marginalizadas o tornou um alvo do regime militar daquele país.

Ele foi assassinado em 1989, juntamente com outros jesuítas, por ordens de setores militares, tornando-se um símbolo da resistência do pensamento crítico e da consciência na América Latina.

Contexto Histórico

Nos anos 1970 e 1980, a América Latina vivenciou um cenário de intensa instabilidade, marcado por ditaduras militares, guerras civis, censura, perseguição política, pobreza e extrema desigualdade. Em El Salvador, onde Martín-Baró vivia, a guerra civil (1979-1992) foi caracterizada por violência armada e massacres de civis, com milhares de pessoas sem acesso a direitos básicos e sob constante ameaça de desaparecimentos, torturas e execuções.

A psicologia praticada ali era baseada em modelos estrangeiros, descolados da realidade local. Ela se apresentava como neutra e científica, mas ignorava as estruturas de opressão que causavam sofrimento. Diante dessa realidade, Martín-Baró desenvolveu a Psicologia da Libertação. Sua obra foi moldada a partir da realidade da América Latina, possuindo relações diretas com a sociedade em que estava inserido. Impulsionado pela ascensão da Guerra Civil na América Central e pela luta pela redemocratização na América do Sul, o autor rejeitou o pensamento alienado que a classe dominante impunha aos mais pobres. Assim, sua teoria surge como uma resposta crítica e comprometida com a dor e a resistência dos povos latino-americanos. Ele buscou uma psicologia que se conectava diretamente com as necessidades e a resistência desses povos, rejeitando a neutralidade para abordar os problemas sociais de forma mais engajada.

Crítica à Psicologia Tradicional

A Psicologia da Libertação surgiu da percepção de que a psicologia tradicional era ineficaz para compreender e intervir nas problemáticas da sociedade latino-americana, marcadas pela opressão, desigualdade e injustiça social. A psicologia convencional, conforme analisada por Martín-Baró, se omite das questões sociais, o que favorece os ideais das classes dominantes. Ela confere às classes mais vulneráveis um sentimento ilusório de pertencimento, enquanto prejudica sua capacidade de senso crítico e as isola em sua própria dor. Essa abordagem impõe ao indivíduo um comportamento servil perante a elite e uma percepção distorcida da estrutura social opressora.

Por ser uma psicologia de caráter individualista, desenvolvida em um contexto norte-americano e eurocêntrico, ela se mostra incapaz de compreender a realidade latino-americana, pois não pondera sobre as estruturas sociais nas quais o sujeito está inserido.

Legado

A Psicologia da Libertação, influenciada por Ignacio Martín-Baró, representou uma transformação significativa na área psicológica. Antes focada no indivíduo, ela passou a considerar os contextos sociais e históricos como elementos cruciais. Essa abordagem enfatiza um compromisso ético e político com os direitos humanos, especialmente em situações de opressão.

A Psicologia da Libertação exerceu uma influência profunda em diversas nações, sendo visível em campos como o acadêmico, comunitário, político e cultural. Os países onde essa abordagem teve o maior impacto, moldando suas práticas e teorias, incluem Brasil, Chile e El Salvador.

El Salvador

O país foi o epicentro do desenvolvimento e aplicação inicial da Psicologia da Libertação. Foi em El Salvador que Ignacio Martín-Baró desenvolveu a maior parte de sua teoria. Sua obra floresceu intensamente durante o período da guerra civil salvadorenha, um contexto de extrema violência e opressão. Martín-Baró fundou o Instituto Universitário de Opinião Pública (IUDOP), que tinha como objetivo a realização de pesquisas para compreender o impacto psicológico da guerra na população.

A Psicologia da Libertação foi forjada em um cenário de conflito, não apenas teoricamente, mas através da prática direta. Ela prestou assistência a deslocados internos, a vítimas de tortura e pessoas em comunidades rurais.

Chile

No período pós-ditadura, as ideias da Psicologia da Libertação exerceram uma influência crucial. Elas foram aplicadas em comissões de verdade, que buscavam esclarecer os abusos do regime, e em programas de reparação para as vítimas da repressão política. Psicólogos chilenos demonstraram a capacidade de adaptar e aplicar os princípios “libertadores”, nomeadamente ao adaptar o conceito de memória histórica. Isso foi essencial para lidar com o trauma social coletivo vivenciado no país após anos de regime autoritário.

Brasil

A Psicologia da Libertação no Brasil desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento de instituições e de uma psicologia social crítica, com Paulo Freire e Silvia Lane sendo nomes importantes nesse processo.

Silvia Lane foi uma psicóloga brasileira pioneira e fundadora da Psicologia Social Crítica no Brasil. Ela se opôs à psicologia tradicional, que tendia a focar no indivíduo isolado e nas classes privilegiadas. Lane propôs uma prática psicológica comprometida com as transformações sociais e com a realidade das populações oprimidas. Sua abordagem foi profundamente influenciada pelo marxismo, pela pedagogia de Paulo Freire e pela Psicologia da Libertação.

A Psicologia Social Crítica, consolidada por autoras como Silvia Lane e desenvolvida principalmente no Brasil, possui forte influência da Psicologia da Libertação e do marxismo. Essa vertente critica a psicologia tradicional por sua suposta neutralidade e individualismo, entendendo o sofrimento humano como um resultado direto de determinações históricas e sociais.

A Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO), entidade científica fundada em 1980 dedicada à Psicologia Social no Brasil visava desenvolver uma Psicologia Social vinculada aos problemas brasileiros, rejeitando a adoção de modelos estrangeiros. A ABRAPSO compartilha com a Psicologia da Libertação princípios essenciais, como a crítica à psicologia tradicional, o compromisso político do pesquisador, a recusa da neutralidade científica e a busca por uma práxis transformadora.

A Psicologia Social Comunitária na América Latina e no Brasil surgiu como uma resposta à crise da Psicologia Social tradicional, adotando uma postura crítica, ética e política diante das profundas desigualdades sociais. Inspirada pela Psicologia da Libertação e pela pedagogia de Paulo Freire, busca promover a emancipação de sujeitos e comunidades por meio de práticas participativas.

No Brasil, houve uma forte conexão com a Educação Popular de Paulo Freire, que influenciou profundamente a prática comunitária e crítica da psicologia no país. A partir da década de 1980, observou-se o surgimento de núcleos de psicologia comunitária e de psicologia social crítica, tanto no âmbito universitário quanto em diversos movimentos sociais.

Atualmente, a Psicologia da Libertação está presente em programas de saúde mental dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Sua influência é percebida na psicologia indígena e quilombola, que buscam abordagens sensíveis às especificidades culturais e históricas dessas comunidades. Também é relevante em ações de direitos humanos, reafirmando seu compromisso social.

Descrição

A Psicologia da Libertação é um movimento crítico da psicologia criado por Ignacio Martín-Baró. Conforme o autor, a Psicologia da Libertação deve:

Desideologizar o senso comum e a ciência

É fundamental que a psicologia renuncie à sua “suposta” neutralidade científica, que muitas vezes reforça e naturaliza as desigualdades sociais. O autor defende uma abordagem que questione ativamente as estruturas que geram injustiça, posicionando-o como um crítico da psicologia tradicional.

Reconstruir o saber psicológico

É preciso ter uma reorientação da psicologia. Ela deve se distanciar dos modelos teóricos focados nas classes dominantes, direcionando sua prática para as realidades das classes oprimidas e considerando suas experiências históricas, culturais e sociais. Isso implica na criação de um modelo baseado nas vivências populares, priorizando a escuta e a compreensão do sofrimento dentro de um contexto coletivo e político. A psicologia, portanto, deve ser uma ferramenta usada para melhorar a realidade das populações marginalizadas.

Ter compromisso ético e político

Os psicólogos na América Latina devem assumir um papel ativo e interventivo contra as injustiças sociais. É necessário que não haja neutralidade por parte dos profissionais e que eles se posicionem ao lado das vítimas de violência estrutural. Isso implica em um compromisso ético-político com a promoção da justiça social e da dignidade humana.

Conscientizar a população

A Teoria da Libertação deve assumir um papel fundamental na conscientização e organização popular, visando transformar as estruturas sociais. Para isso, é necessário que a psicologia capacite as pessoas para que compreendam as estruturas sociais nas quais estão inseridas, se tornando capazes de entender que as causas dos problemas residem nas estruturas sociais, e não nos indivíduos. Em suma, a psicologia deve ser usada para contrapor a opressão e fortalecer a identidade coletiva.

Objetivo

A Psicologia da Libertação foca em despertar a consciência das pessoas na América Latina. Ela busca que os indivíduos e comunidades identifiquem e compreendam as estruturas de poder que geram desigualdades na sociedade. Ao entender como esses mecanismos de dominação operam e afetam suas vidas, o objetivo final é capacitar as pessoas a promoverem mudanças reais. Essa abordagem visa transformar a realidade social através do conhecimento crítico.

Influências

A Psicologia da Libertação se baseia no marxismo, adotando sua análise crítica das estruturas sociais e econômicas; no pensamento de Paulo Freire, que reforçou o compromisso com a transformação social; e na Teologia da Libertação, que contribuiu para o foco na realidade desigual da América Latina e na busca por justiça.

Marxismo

A Psicologia da Libertação estabelece um forte diálogo com o pensamento de Karl Marx. Essa conexão se manifesta principalmente em torno de categorias fundamentais como opressão, alienação e práxis transformadora. Um dos conceitos centrais é o de alienação. Marx descreveu a alienação nos “Manuscritos Econômico-Filosóficos de 1844”, mostrando como, sob o capitalismo, o trabalhador se desconecta de sua própria produção, de si mesmo e dos outros. Inspirado por essa ideia, Martín-Baró desenvolve uma crítica à psicologia tradicional, que ele via como focada apenas no sofrimento individual.

Outro ponto crucial de convergência entre a Psicologia da Libertação e o pensamento marxista é a práxis, entendida como a unidade entre reflexão e ação transformadora. Assim como Marx defendia que não basta interpretar o mundo, mas é preciso transformá-lo, Martín-Baró preconiza uma psicologia comprometida com as lutas sociais da América Latina. Com base nessa perspectiva, Martín-Baró argumenta que os problemas psicológicos só podem ser plenamente compreendidos quando analisados em conexão com as condições materiais, sociais e históricas que os originam.

Paulo Freire

A obra Pedagogia do Oprimido (1970), de Paulo Freire, teve influência decisiva na construção da Psicologia da Libertação. Freire propõe que os sujeitos oprimidos desenvolvam uma consciência crítica de sua realidade, reconhecendo as causas históricas e sociais da opressão para transformá-la. Esse processo, chamado de conscientização, foi incorporado por Martín-Baró como um dos eixos centrais da prática psicológica libertadora, orientando a psicologia para o rompimento da alienação e a promoção da ação social.

Freire também critica o modelo de educação bancária, que trata os alunos como receptores passivos, e defende uma educação baseada no diálogo e na participação ativa. Essa perspectiva inspirou a Psicologia da Libertação a adotar uma prática colaborativa, valorizando os saberes populares e reconhecendo os oprimidos como sujeitos históricos.

Ambos compartilham a defesa da práxis, vista como a unidade entre ação e reflexão crítica, com o objetivo de promover a transformação social e enfrentar as estruturas que produzem a opressão.

Teologia da Libertação

A Teologia da Libertação desempenhou um papel fundamental na formação da Psicologia da Libertação, proposta por Ignacio Martín-Baró. Originada na América Latina durante as décadas de 1960 e 1970, e inspirada por figuras como Gustavo Gutiérrez e Leonardo Boff, a Teologia da Libertação defende que a fé cristã precisa partir da perspectiva dos pobres para compreender a realidade e agir em favor da justiça. Da mesma forma, Martín-Baró propõe que a psicologia esteja ao lado dos oprimidos.

Entre os fundamentos principais da Teologia da Libertação está a afirmação de que o objeto da fé cristã é um Deus da vida. Consequentemente, a maior tarefa do cristão é promover a vida e lutar contra tudo que gera exclusão, miséria e morte. Outro ponto central é a primazia da práxis sobre a teoria. Para a Teologia da Libertação, o verdadeiro valor da fé reside nas ações que promovem a justiça social e a dignidade humana, mais do que em discursos ou doutrinas. A verdade da fé se manifesta concretamente quando a realidade é transformada.

Essa lógica levou a Psicologia da Libertação a criticar a psicologia tradicional por seu caráter individualista e elitista e a desenvolver uma nova psicologia, voltada para a transformação da realidade. A opção preferencial pelos pobres e marginalizados é um forte elo que une as duas correntes. Em suma, tanto a Teologia quanto a Psicologia da Libertação apostam na conscientização como caminho para a liberdade.

Referências

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Autoria

Este verbete foi escrito por Hemilly Medeiros Silva, Brenddah Rangel Oliveira, Isaque Faustino de Souza Oliveira e Maria Eduarda Cruz da Trindade como exigência parcial para a disciplina História da Psicologia da UFF de Rio das Ostras no curso de graduação em Psicologia. Revisado por André Elias Morelli Ribeiro e Julia Lombardi Carneiro. Criado em 2025.1, Publicado em 2025.2.