Categoria:Livros, artigos e outras publicações
Os livros são parte essencial da produção acadêmica e científica, principalmente até meados do século XX, quando começaram a perder espaço progressivamente para os artigos científicos em revistas indexadas. Outras formas de publicação importantes são os relatórios, os relatos e os diários. Considerando a história da forma como o conhecimento é publicado na forma escrita e seus processos, esta categoria foi criada para contemplar todos estes textos, desde que clássicos e influentes ao longo do tempo. Seu conteúdo não pode se assemelhar à resenha e deve mostrar o processo histórico envolvido na criação da própria psicologia.
Devem ser incluídos nesta categoria os verbetes sobre livros historicamente relevantes para a história da psicologia, sejam livros clássicos, como o Zend-Avesta, de Gustav Fechner, ou livros contemporâneos, como A Curva do Sino, de Charles Murray e Richard Herrnstein, ou mesmo obras bastante recentes, como aqueles sobre Psicologia Baseada em Evidências. Livros de história da psicologia, tanto clássicos como contemporâneos, também podem ganhar verbetes na WikiHP, como o An history of experimental psychology, de Edwin Boring.
Artigos clássicos, como o The magical number seven, plus or minus two: some limits on our capacity for processing information, de George Miller, ou o Emotional reactions and psychological experimentations, de Watson e Morgan, também podem ser objeto de verbetes próprios ou em conjunto com outros artigos conectados e importantes. Relatórios como o do experimento de aprisionamento de Stanford, também podem ser objeto de verbetes nesta categoria.
É importante notar que um verbete desta categoria não pode ser uma resenha. Seu conteúdo e estrutura se volta principalmente para a história de uma obra, incluindo o processo de criação, escrita, publicação, recepção e circulação e, apenas de modo secundário, sobre seu conteúdo, ao contrário do que ocorre na maioria das resenhas. Devem ser inseridos verbetes cujas obras exercem um papel inegável para a história da psicologia ou para a psicologia contemporânea.
Se deve dar preferência para obras de autores já consagrados e clássicos, como Piaget e Skinner, evitando os textos de comentadores, manuais ou enciclopédicas, exceto se tiverem, em si, valor histórico. Verbetes de livros, artigos e outras publicações sem qualquer impacto no campo da psicologia, seja por sua irrelevância ou novidade, não devem ser incluídos e, caso o sejam, serão considerados vandalismo e retirados pelos administradores da WikiHP.
TítuloEditar
O título do verbete sobre o livro, artigo ou outra forma de publicação deve coincidir com o nome do próprio texto, conforme a tradução mais usual em português, seguido pelo nome do autor, conforme as orientações para o título de verbetes sobre personagens. Assim, um verbete sobre a obra Psicologia da Inteligência, do psicólogo suíço Jean Piaget, deve ter por título Psicologia da Inteligência, de Jean Piaget, por exemplo.
No caso de artigos e outras publicações, a regra é colocar apenas os últimos sobrenomes dos autores, separados por vírgula e encerrados por “e”.
Alguns livros podem ter sido traduzidos por títulos diferentes, e a escolha daquele mais usual é dos autores, desde que respeitem a historiografia sobre o assunto.
Livros mais antigos podem ter nomes muito longos e complexos e, nestes casos, os nomes simples mais usuais devem ser utilizados. Um exemplo é o As Fortunas e Infortúnios da Famosa Moll Flanders que Nasceu em Newgate, e Durante uma Vida de Variedade Contínua por Sessenta Anos, Além de sua Infância, foi Doze Anos uma Prostituta, Cinco Vezes uma Esposa (das quais uma vez para seu irmão), Doze Anos uma Ladra, Oito Anos uma Criminosa Transportada na Virgínia, Finalmente Enriqueceu, Viveu Honesta e Morreu Penitente”, de Daniel Defoe, e que deverá ser o verbete “As fortunas e infortúnios da famosa Moll Flanders, de Daniel Defoe”.
Alguns artigos e outras publicações também podem ter nomes excessivamente longos, o que não é interessante para títulos de verbetes. Nestes casos, os colaboradores podem optar por duas estratégias. A primeira, é utilizar um nome conhecido, mesmo que não guarde semelhança com o título da obra. Outra possibilidade é utilizar apenas o título, sem o subtítulo. Em qualquer caso, o nome completo da obra deve aparecer no cabeçalho.
Alguns livros clássicos podem não possuir títulos formais conforme o conceito contemporâneo de títulos para obras escritas e, de modo semelhante às obras de títulos muito longos ou cuja tradução mais usual do título deve ser utilizada para o título da entrada, o verbete deve ser intitulado por seu nome mais conhecido, seguido do nome do seu autor.
Livros sem autoria definida ficam dispensados da necessidade de indicação de autor, a depender do caso, conforme a escolha dos autores do verbete. Livros com autoria incerta, livros cuja autoria reflete um conjunto de autores diferentes ou que foram efetivamente compostos por mais de um autor devem seguir o que é usual no campo em questão. No caso de livros com mais de três autores, o melhor é não indicar autoria no título do verbete.
Relatórios ou textos relevantes secretos que vazaram de modo incompleto devem ser intitulados conforme seu nome mais conhecido, seguido do órgão de onde supostamente vazaram.
CabeçalhoEditar
O cabeçalho é uma seção obrigatória para todos os verbetes dedicados a livros, artigos e outras publicações. Ele deve reunir as informações básicas e essenciais que permitam identificar e contextualizar a obra de forma precisa e acessível.
Devem ser incluídos:
O título completo do texto;
O título resumido ou mais conhecido, ou, quando for o caso, uma explicação sobre como a obra é comumente referida;
O nome completo do autor, autores ou organizadores, ou, em casos de autoria incerta ou coletiva, uma justificativa para as dificuldades na identificação;
O ano da publicação original, ou uma estimativa da data provável;
O nome da editora ou outro veículo ou casa de publicação e seu país de origem, quando disponíveis, ou uma explicação sobre o modo de publicação da obra (como autoedições, circulação alternativa ou publicação institucional, repositórios, entre outros).
Além disso, o cabeçalho deve informar quando e onde a obra foi publicada pela primeira vez em língua portuguesa, com a indicação do ano, nome da editora e país de publicação - priorizando o Brasil ou outros países lusófonos.
Na sequência, o cabeçalho deve apresentar:
O tema central da obra;
Um brevíssimo resumo de seu conteúdo ou de sua tese principal;
Um resumo do contexto de produção e publicação, situando a obra histórica, cultural ou academicamente;
Um resumo da recepção crítica e da circulação da obra, indicando sua relevância, impacto ou alcance.
No caso de materiais considerados polêmicos ou que tenham sido alvo de críticas significativas, seja no momento de seu lançamento, ao longo do tempo ou na atualidade, o cabeçalho deve incluir também uma breve síntese do contexto e das razões dessas críticas. Tais questões devem ser posteriormente detalhadas em uma seção própria.
HistóriaEditar
A seção História é obrigatória em todos os verbetes sobre livros, artigos e outras publicações. Ela deve apresentar, de forma articulada e contextualizada, informações essenciais sobre os autores da obra, bem como os antecedentes, o processo de produção e as circunstâncias que influenciaram a escrita do livro.
Recomenda-se incluir uma subseção biográfica, com ênfase nos aspectos da trajetória dos autores diretamente relacionados à obra em questão. Entretanto, deve-se evitar expandir excessivamente essa parte. Detalhes biográficos mais amplos devem ser destinados a verbetes específicos dedicados aos autores.
Os antecedentes da obra englobam os fatores históricos, intelectuais, clínicos, acadêmicos, culturais ou mesmo artísticos que motivaram sua criação. Isso pode incluir observações de campo, debates públicos, influências conceituais e teorias em voga à época. Também devem ser considerados os aspectos políticos, institucionais e econômicos que afetaram diretamente a vida e o trabalho dos autores, como guerras, crises, instabilidades sociais ou mudanças nas estruturas acadêmicas, institucionais e editoriais.
Outro componente relevante desta seção é o processo de escrita do livro, artigo ou outro. É importante descrever como a obra foi construída, incluindo o tempo dedicado, os desafios enfrentados, as decisões sobre estrutura e conteúdo, além das pressões externas, institucionais, editoriais ou pessoais, que moldaram o texto final. Certas publicações são resultado de anos de trabalho contínuo; outros surgem em poucos meses - ou até dias - por necessidade prática ou circunstâncias imprevistas.
A seção também deve abordar as circunstâncias históricas específicas da obra, ou seja, o momento e o lugar em que foi escrita, os debates aos quais ela responde e os agentes institucionais envolvidos em sua publicação. Demandas editoriais, como a consolidação de textos dispersos em um único volume, também são elementos que ajudam a compreender o formato final da obra e devem ser incluídos sempre que relevantes. Pressões por publicação de artigos e o chamado salami science também devem ser considerados.
Por fim, recomenda-se evitar a fragmentação excessiva desta seção em múltiplas subseções com títulos técnicos ou alertas didáticos. Embora temas como o processo de escrita ou as influências históricas sejam fundamentais, o mais importante é que a seção História se apresente como uma narrativa fluida, coerente e interessante, que integre esses diferentes aspectos de maneira natural, evitando um texto excessivamente segmentado e técnico. Isso contribui para preservar o caráter didático, acessível e científico do verbete, fundamental para os objetivos da WikiHP.
ConteúdoEditar
A seção Conteúdo é obrigatória em todos os verbetes sobre livros, artigos e outras publicações e tem como objetivo apresentar, de forma clara e concisa, os principais conceitos, ideias ou acontecimentos descritos na obra. Essa apresentação deve manter um tom descritivo e informativo, evitando interpretações críticas ou julgamentos de valor, uma vez que o verbete não deve assumir o formato de resenha.
A seção deve oferecer uma visão panorâmica do conteúdo da obra, destacando seus eixos temáticos centrais, sua estrutura argumentativa e os tópicos mais relevantes abordados pelos autores. Quando necessário, o texto pode remeter o leitor a outros verbetes da enciclopédia ou a fontes externas para o aprofundamento de determinados conceitos ou abordagens.
Uma estratégia útil para organizar essa seção é a descrição breve dos capítulos, partes, seções, volumes ou outras divisões adotadas pelos autores, de modo a evidenciar a progressão da obra e a articulação de suas seções internas. Esse formato contribui para a clareza da exposição e auxilia o leitor a compreender a organização geral do livro, artigo ou outro sem recorrer à obra original.
Ideias, propostas e conceitos principaisEditar
Diferentemente da seção História, que se dedica à forma como o livro, artigo ou outra publicação foi construído ou apresentado, nesta seção, que é obrigatória, os autores devem selecionar as ideias, propostas ou conceitos principais, que podem emergir ao longo da obra ou em suas partes específicas, e apresentá-los em subseções dedicadas.
Assim, o desenvolvimento destes elementos, mesmo que atravessem várias partes da obra, devem ser unificados em um único espaço que permita ao leitor da WikiHP ter uma compreensão genérica e ampla daquilo que fundamenta a obra ou o que ela propõe.
Algumas publicações podem ter muitas ideias, propostas e conceitos diferentes, então deve-se privilegiar aqueles que são seminais para a obra e os que foram criados pelos próprios autores. Em obras que se dedicam exclusivamente a um conceito, como A Tomada de Consciência, de Jean Piaget, o conceito principal deve ganhar uma seção ou uma subseção específica Outros conceitos importantes, mesmo que sejam de outros autores, também precisam ser trabalhados em suas próprias seções, desde que sejam importantes para a tese ou a compreensão do que é apresentado.
Algumas publicações abordam ou apresentam poucas ideias, propostas ou conceitos, pois se limitam a relatar casos ou histórias, por exemplo. Nestes casos, a literatura secundária pode ajudar a indicar quais são as ideias, propostas ou conceitos pertinentes para a obra e, assim, deve-se usá-la para a composição desta seção.
Algumas informações apresentadas na seção Conteúdo podem ser repetidas nesta seção.
Recepção e circulação da obraEditar
Toda obra passa por um processo de recepção, ou seja, uma reação dos leitores, mais ou menos interessados e mais ou menos especializados, que apresentam suas opiniões sobre suas leituras em diferentes veículos, sejam jornais ou periódicos. Essas reações podem ser das mais diversas e conflituosas entre si e podem ser abordadas no verbete em conjunto, de forma individualizada ou uma combinação de ambos. Por vezes, essa reação pode ser tardia e, em alguns casos, existem várias fases de diferentes reações ao longo do tempo. Os autores de verbetes sobre livros, artigos e outras publicações devem considerar e incluir todas estas formas de recepção.
A noção de circulação da obra pode ser ampla e variada. Algumas publicações simplesmente são ignoradas por anos até serem redescobertas em algum momento, como Gênese e Desenvolvimento de um Fato Científico, de Ludwig Fleck, que só passou a ser citada mais de uma década após a sua disponibilização. Outros textos passam a ser citados e utilizados em currículos imediatamente após a sua publicação, mantendo seu status de relevância por muitos anos ou, eventualmente, caindo no esquecimento. Outros materiais circulam fora de ambientes acadêmicos, e são alvo de circulação em outros espaços não especializados. Já outros materiais parecem ter uma história que combina todas estas alternativas, e ainda existem outras. Em qualquer caso, os autores de verbetes sobre livros, artigos e outras publicações devem considerar toda essa amplidão de possibilidades e tentar encontrar a melhor solução para cada caso.
Alguns livros trazem em seus prefácios ou introduções elementos importantes para contar a história dessa recepção e circulação, e podem ser indícios valiosos para a composição desta parte. Em outros casos, existem trabalhos dedicados a este assunto, na forma de livros, artigos, teses ou dissertações, onde estas informações já foram organizadas e sistematizadas. Contudo, em numerosos casos, não existem materiais que possam apoiar a escrita dessa seção.
No caso de recepções ou circulações críticas, estas devem aparecer nesta seção normalmente, mas devem ser melhor desenvolvidas em seção específica.
Sobre os autoresEditar
É obrigatório que um verbete sobre livros, artigos e outras publicações tenha uma seção dedicada aos autores. Quando a obra foi sabidamente escrita por um ou poucos autores, cada um deles deve receber uma subseção dedicada. No caso de muitos autores, as seções devem ter tamanhos diferentes, com os autores principais recebendo mais atenção.
No caso de obras com autoria incerta, a seção deve trazer também uma discussão sobre os problemas de identificar adequadamente os autores da obra. Obras sob pseudônimo também devem trazer uma discussão sobre a identidade do autor.
Relação com outros autores/ideias/teorias/acontecimentosEditar
Esta seção não é obrigatória, mas, a depender do caso, pode ser altamente recomendável. Nesta seção, deve constar autores, ideias, experimentos ou acontecimentos que, de alguma maneira, tiveram uma influência decisiva para a obra, seja na construção, escrita, ideias e conceitos, recepção e circulação.
No caso de autores ou obras em específico, a seção deve contar uma breve descrição deles junto dos motivos desta relação com a obra que é o tema do verbete. Isso vale para ideias, teorias e acontecimentos que tiveram um papel fundamental para a existência da obra, seja na concepção, escrita, circulação e/ou recepção.
Muitas vezes um texto é atravessado por múltiplas influências, sendo quase impossível enumerar e analisar todas. Nestes casos, os autores devem selecionar apenas algumas, as principais, de acordo com seus próprios critérios e conforme a discussão apresentada na literatura secundária sobre a obra.
EdiçõesEditar
Em todas as vezes em que um livro, artigo ou outras publicações recebeu mais de uma edição, foi publicado em idiomas diferentes do original ou foi publicado em outro país diferente da publicação original, esta seção passa a ser obrigatória.
Devem constar indicações e, quando possível, comentários, de todas as edições publicadas, ressaltando as diferenças entre as edições, incluindo dados como ano, nome do(s) tradutor(es), editora, idioma, entre outras informações pertinentes.
Obras que receberam uma quantidade indefinida de edições dispensam os autores de localizar todas as edições, mas, sempre que possível, devem ser apresentadas as edições principais.
TraduçõesEditar
A seção Traduções é obrigatória nos verbetes sobre livros, artigos e outras publicações que tiveram traduções, principalmente se elas trouxerem controvérsias, discussões relevantes ou particularidades associadas às traduções da obra. Isso acontece especialmente com livros clássicos, filosóficos ou científicos cuja interpretação pode variar de acordo com escolhas tradutórias.
Quando presente, esta seção deve abordar de forma clara e crítica os principais debates e questões relacionadas às traduções da obra, incluindo aspectos como: diferenças terminológicas entre versões, impacto de decisões linguísticas sobre o sentido original do texto, cortes, adaptações culturais, estratégias tradutórias adotadas e recepção crítica dessas versões. Também podem ser discutidas as consequências dessas escolhas na leitura e na circulação do texto nos países de língua portuguesa.
Nos casos em que o verbete já inclui uma seção Edições, com a listagem completa das diferentes edições e traduções disponíveis, a seção Traduções não deve repetir esses dados, devendo concentrar-se exclusivamente na análise e discussão crítica das traduções. Nesses casos, pode-se fazer referências cruzadas, com links ou indicações à seção correspondente.
No entanto, se o verbete não possuir uma seção Edições, esta seção deverá incluir também uma lista sistematizada das principais traduções da obra, com as seguintes informações, sempre que disponíveis:
Nome(s) do(s) tradutor(es);
Título da tradução (caso tenha sido modificado);
Editora ou outra casa de publicação, local e ano da publicação;
Eventuais comentários editoriais ou notas do tradutor relevantes para a compreensão da obra.
Essa abordagem permite valorizar o papel das traduções como mediações interpretativas e culturais, e não apenas como cópias linguísticas do original. Em verbetes sobre obras cuja fortuna crítica em português depende fortemente de traduções específicas - ou em que diferentes traduções tenham causado interpretações conflitantes - essa seção tem um papel crucial no esclarecimento e contextualização do conteúdo.
CríticasEditar
A depender do contexto e das circunstâncias da publicação, a obra pode ser alvo de uma série de críticas. Elas devem ser apresentadas nesta seção e, quando possível, devem ser apresentadas subseções indicando os personagens ou grupos que teceram as críticas, sejam elas à época da publicação da obra ou posteriormente.
Deve-se evitar que esta seção se torne a maior ou a principal do verbete, exceto se a obra representar incentivo ou parâmetro para violações constantes dos direitos humanos ou comportamentos eticamente questionáveis de forma consistente.
Como a WikiHP é uma enciclopédia com perspectiva histórica, as críticas devem ser expostas de forma sumária, salvo nos casos em que as críticas sejam os eventos mais relevantes e definidores do autor da publicação ou dela em si. Um exemplo disso é o caso das obras de Freud, que receberam muitas críticas de diferentes personagens, cada um fazendo pontuações de natureza distintas. Neste exemplo, cada crítico deve receber sua própria subseção.
PolêmicasEditar
A depender da história do livro, artigo ou outra publicação que é objeto do verbete, uma seção de polêmicas pode ou não ser obrigatória. Caso os autores decidam incluir uma seção de polêmicas, ela deve mencionar ocorrências na idealização, publicação ou recepção dos livros, artigos ou outras publicações que tenham refletido em uma repercussão polêmica.
Deve-se evitar que esta seção se torne a maior ou a principal do verbete, exceto se o livro, artigo ou outra publicação tenha sido fundamentado em conceitos eticamente questionáveis.
Retratos na mídiaEditar
A seção de Retratos na mídia não é obrigatória para os verbetes sobre livros, artigos e outras publicações, mas é bastante desejável nos casos em que os livros, artigos ou outras publicações estão presentes no imaginário popular, seja por conta de serem comentados ou mesmo reproduzidos em outras produções culturais, como filmes e documentários.
Para construir essa seção, é necessária uma breve introdução que represente o porquê do livro, artigo ou outras publicações estar presente na mídia, descrevendo o seu impacto na memória cultural. Em seguida, deve ser disposta uma lista, em ordem cronológica, contendo o ano de aparição ou menção do livro, artigo ou outra publicação em um meio de comunicação e o contexto desse acontecimento.
Para livros, artigos ou outras publicações que estão presentes na mídia de forma frequente, é importante limitar essa lista às menções ou aparições mais impactantes e significativas de sua história. Além disso, o contexto de cada item da lista deve ser descrito de forma breve, contendo entre uma e três frases, destacando somente as informações necessárias para a compreensão do leitor.
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