A Associação Brasileira de Psicologia Social é uma entidade cívica e sem fins lucrativos que visa tratar das demandas relacionadas à psicologia social no Brasil, tais como estudo e pesquisa. Sua fundação ocorreu no início dos anos 80, durante a Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, onde a Prof-a Sílvia Lane, uma das precursoras da psicologia social brasileira e idealizadora da ABRAPSO, foi eleita a primeira diretora da associação. O intuito de sua criação foi o desenvolvimento de uma psicologia social que discursasse sobre o Brasil e que considerasse os aspectos históricos, sociais e culturais da constituição do homem, se mostrando aversa a influência norte-americana, objetivista e universalista.

ObjetivoEditar

A Associação Brasileira de Psicologia Social, tem por objetivo o desenvolvimento de uma psicologia social nacionalista, que considere os aspectos históricos, sociais e culturais da constituição do homem brasileiro. Segundo seus estatutos, referendados na Assembleia de julho de 1981, a associação tem como finalidade: “(a) ensino, investigação e aplicação da Psicologia Social no Brasil; (b) desenvolvimento do conhecimento e prática, e; (c) publicação de trabalhos, organização de conferências e cursos.”

HistóriaEditar

Psicologia SocialEditar

Nos anos de 1950, com a guerra fria, iniciou-se discussões a respeito da chamada “crise do paradigma das ciências humanas e sociais”, evidenciando o fato de muitas faculdades e profissionais se envolverem pouco e nada fazerem em prol da população de seus locais de formação e existência. Dessa forma, havia propositalmente um distanciamento dos profissionais em relação ao contexto social em que vivia a população. No Brasil esse cenário não era diferente, principalmente na psicologia social, regulamentada como profissão somente em 1962. A base teórico-epistemológica para o curso provinha sobretudo de padrões importados da Psicologia americana e da Psicologia européia, com a participação de professores de outros países convidados a ministrar aulas nas universidades. Assim sendo, a psicologia como profissão no Brasil tinha como referência uma Psicologia individual e completamente alheia à realidade de seu país. Em algumas dessas universidades, como a PUC-SP, UFMG-MG, UERJ-RJ, PUC-RS, alguns docentes, já apontavam essas incoerências e desafios, e por iniciativa própria dos mesmos foram criadas disciplinas, fora da grade obrigatória, com o intuito de discutir sobre como aproximar o(a) psicólogo(a) a diferentes lugares e comunidades e como ressaltar a esse profissional a realidade da população, além de criar outros campos de estágio, por exemplo, em bairros e favelas das periferias das cidades. A partir desse momento, houve uma aglutinação de profissionais do campo social insatisfeitos com os modos de fazer Psicologia, que baseava-se sobretudo em moldes exógenos à realidade brasileira e latino-americana, que por sua vez, defendiam uma Psicologia Social pautada na neutralidade científica e a da psicologização dos problemas vividos. Com isso, iniciou-se uma busca constante por parceiros de profissão comprometidos com a construção de outra Psicologia Social, crítica, histórica e envolvida com as questões e problemáticas sociais que afetam a população em suas dimensões psicossociais. Sendo assim, acompanhando os questionamentos epistemológicos e políticos que se realizavam na Psicologia Social desde a década de 50, em julho de 1979, em Lima, Peru, no congresso da SIP, surgiu a ideia de construir uma Associação Brasileira de Psicologia Social. Alberto Abib e Silvia Lane participaram deste congresso e representaram o desejo e a possibilidade de criação de associações psicossociais nacionais em países latino-americanos. Em setembro deste ano, foi organizado um encontro da ALAPSO (Associação Latino-Americana de Psicologia Social) em São Paulo, com o objetivo de destacar esta proposta e discutir sua criação. Iniciado o processo de constituição da entidade, foi nomeada uma comissão para elaborar seu estatuto. Na 32ª Reunião Anual Nacional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 1980, no Rio de Janeiro, ele foi aprovado em assembleia, instituindo oficialmente a ABRAPSO.

Silvia LaneEditar

Nascida no dia 03 de fevereiro de 1933 e formada pela Universidade de São Paulo no ano de 1956, Sílvia Lane foi uma das mais importantes personalidades da Psicologia Social brasileira. Seu trabalho na Psicologia Social se iniciou em 1965, quando se tornou professora dessa disciplina na PUC-SP, onde anos mais tarde criou um programa de especialização nessa área. Praticamente toda atividade realizada por Lane na Psicologia Social será relacionada aos aspectos da ontologia, estudo de conceitos como existência, realidade, ser e devir. Lane trabalha com o posicionamento e valorização do homem, junto ao seu compromisso com a transformação social frente à sociedade capitalista neoliberal. Segundo Bader Burihan Sawaia, a Psicologia Social de Silvia Lane, seria uma ciência crítico-transformadora da realidade brasileira que sucumbiu à ditadura e ao sistema capitalista, onde o estado do indivíduo é a sua representação, o reflexo do sistema político e econômico que ele jaz. E, de acordo com Burihan, desde seus primeiros brados em “Homem em movimento” de 1984 e: “O sujeito está vivo e com ele a utopia de vida digna”, de 1995, Lane ocupa-se com a perspectiva de trazer de volta para o homem a consciência de si próprio frente a alienação e o reconhecimento do seu poder mobilizador, uma vez que este é, constantemente, relegado - uma vez que há a negação do sujeito em si, que controversamente gera a concepção da sua força e da sua imprescindibilidade como fator social. Silvia, acreditava no poder da dialética como ponte para a superação dos conflitos e antagonismos entre as ideias de sujeito e sua relação com a sociedade e, sobretudo, na construção de uma psicologia social propriamente brasileira, não norte-americanizada e objetivista a respeito dos aspectos psicológicos do ser e desconsiderava a subjetividade, a individualidade histórica e social na composição do homem.

A Psicologia Social no Brasil era um ‘zero à esquerda’, não interferia em nada, não ajudava em nada, quer dizer, era um saber que estava lá, que partia das teorias americanas para explicar a realidade brasileira. Era preciso compreender como o latino-americano singulariza o universal na constituição particular de sua existência. (Lane, 2000).

Essa nova psicologia social, idealizada por Sílvia Lane, tinha como centralidade a realidade material como parâmetro da produção científica na elaboração de um conhecimento que permitisse a compreensão da realidade social vigente e que, consequentemente, implicasse em transformação. É perante essa necessidade de uma psicologia social com DNA nacional, que Silvia e seus colaboradores propõem a criação da ABRAPSO, a Associação Brasileira de Psicologia Social, que deveria a partir de então assumir o papel de arquitetar e desenvolver um campo psi refletido na realidade sócio-cultural e política-histórica brasileira e discutir as diretrizes relacionadas à psicologia social no Brasil.

A Criação da ABRAPSOEditar

Foi dentro do clima intenso dos anos de 1970 e 1980, no contexto da ditadura civil-militar no Brasil, marcada pela censura, repressão, restrição da liberdade, violência e terrorismo de estado engendrados pelos seus dirigentes contra as pessoas identificadas como inimigas internas por ousarem se opor ao regime, que ocorreu a construção da ABRAPSO. Nesse período, já existia a Associação Latino-americana de Psicologia Social (ALAPSO), uma entidade sem representatividade, que servia apenas de espaço de projeção para alguns que nela se mantinham, sem qualquer esforço de construir uma Psicologia centrada na América Latina. Por isso, em 1979, num encontro da Sociedade Interamericana de Psicologia (SIP) no Peru, foi aprovada a proposta de criar associações nacionais que pudessem substituir a ALAPSO. Na Venezuela, foi criada a AVEPSO (Associação Venezuelana de Psicologia Social) e ainda em 1979, ocorreu o Encontro de Psicologia Social, organizado por Silvia Lane para debater a criação da ABRAPSO. A primeira proposta de formação da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO) foi formulada em outubro de 1979, em uma reunião realizada na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), por uma comissão formada por participantes do Seminário “Psicologia Social e Problemas Urbanos.” No entanto, foi somente no dia 10 de julho de 1980, durante a 32ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), que psicólogos e outros profissionais, sendo ao todo, 53 pessoas, se reuniram para a fundação da ABRAPSO. Nessa reunião, foi escolhida a primeira diretoria da Associação por meio de votação, sendo: Marília de Andrade (PUCCampinas), Silvia Lane (PUC-SP), Wanderley Codo (USP-Assis) e José Roberto Malufe (PUC-SP). Segundo seus estatutos, referendados na Assembleia de julho de 1981, a associação tem como finalidade: “(a) ensino, investigação e aplicação da Psicologia Social no Brasil; (b) desenvolvimento do conhecimento e prática, e; (c) publicação de trabalhos, organização de conferências e cursos.”

Desde a sua fundação, a ABRAPSO, em meio aos diversos movimentos de resistência à ditadura e pela redemocratização do Brasil, assume  o compromisso de engajar-se nessas lutas. Pode-se dizer que a instituição, foi fundamentada na necessidade de reunir não só psicólogos, mas também cientistas sociais interessados no desenvolvimento da psicologia social crítica no Brasil, com o objetivo social, ético e político de preservar a defesa da liberdade científica, juntamente com a finalidade de incentivar um maior comprometimento do psicólogo com a construção de uma realidade social mais justa.

A Associação representa, no cenário acadêmico brasileiro, algo absolutamente novo, que se ressentia fortemente da influência dos Estados Unidos. Apesar de ter bebido em parte de influências europeias, e por isso não poder ser considerada inovadora em sua totalidade, ela inovou em alguns pontos, especialmente com a incorporação da dimensão do compromisso social e da ética. Essa pode ser vista como um movimento instituinte, uma vez que rompeu com antigas práticas e posturas científicas e alcançou legitimidade e reconhecimento no campo da Psicologia brasileira ao longo dos anos.

A Divulgação da ABRAPSOEditar

Desde o início, Silvia Lane, componente da primeira diretoria da Associação, defendia o registro das atividades realizadas pela ABRAPSO. Segundo ela, registrar o processo dos trabalhos serviria para subsidiar um processo de recomposição da história e da memória da ABRAPSO. Dessa forma, com o intuito de informar os sócios a respeito das atividades desenvolvidas e as propostas futuras, no ano de 1983, iniciou-se a publicação do boletim da Associação Brasileira de Psicologia Social , “Psicologia & Sociedade”, em que houve o registro do trabalho apresentado, a descrição e a avaliação das atividades feitas pela ABRAPSO. A princípio pretendia-se criar uma revista, mas as precárias condições financeiras da entidade, devido a sua recém formação e ao contexto histórico já mencionado, somente possibilitaram a constituição de um boletim. Dessarte, é importante salientar a “resistência desbravadora” que os Boletins significaram, uma vez que foram publicados e distribuídos graças aos esforços e empenhos, muitas vezes pessoais, dos professores e pesquisadores envolvidos nas atividades e encontros realizados pela ABRAPSO. Todos esses docentes buscaram em seus departamentos, institutos, faculdades, e universidades algum tipo de ajuda que pudesse reverter em garantia para a publicação dos boletins. Além disso, os primeiros boletins publicados continham um apelo aos leitores, convidando-os a contribuir, por exemplo, por meio de envios de outros boletins, notícias sobre trabalhos, grupos de discussão e resenhas bibliográficas dos mesmos. Com o objetivo de integrar profissionais e, consequentemente, as diferentes visões da Psicologia Social nas várias regiões do país. Ainda em seus primeiros anos de funcionamento, a ABRAPSO realizou diversas atividades, como simpósios, mesas redondas, minicursos e assembleias, que envolviam psicólogos e professores de Psicologia de muitas instituições do país durante as reuniões da SBPC. Essas atividades tinham como objetivo tanto divulgar a Associação, quanto estabelecer parcerias e estimular a participação de psicólogos e professores de Psicologia Social de várias instituições brasileiras nos espaços de trocas e construção de estratégias e metodologias de ação coletivas no âmbito da Psicologia Social.

Segunda Diretoria e a Criação da RevistaEditar

Na SBPC, durante o “Segundo Encontro da Regional de São Paulo da ABRAPSO – A Psicologia Social dos Grupos”, ocorrido na PUC/SP em setembro de 1981, começou a ser difundida a consolidação da ABRAPSO como associação científica. Neste mesmo ano, houveram mudanças na diretoria e sede da ABRAPSO, sendo a Profa. Angela Maria Pires Caniato, eleita presidente e a sede, outrora em SP juntamente com a Profa. Sílvia Lane, transferida para Maringá, PR. Durante esse período, a promessa de crítica psicossocial anunciada pela associação já estava angariando adeptos: no ano de sua fundação, a ABRAPSO constituiu núcleos no Nordeste (João Pessoa), em Belo Horizonte, Florianópolis e no Rio de Janeiro. No livro história da Abrapso, Angela Caniato relata que a princípio se sentiu perdida. Ela foi indicada pela própria Silvia Lane para ser a segunda presidente da Abrapso, mas pouco sabia sobre o andamento da Associação, além de não ter acesso a leituras que pudessem norteá-la, e de não saber a quem poderia se dirigir. Somente alguns anos depois, Caniato finalmente tem acesso a historicização da Fundação da ABRAPSO, feita por Alberto Abib Andery, em resposta a uma carta que a professora havia enviado para o mesmo. Além dessa carta ele a enviou os seis primeiros Boletins de Psicologia & Sociedade, trazendo notícias da ABRAPSO e alguns artigos de intelectuais da época, editados sob precárias condições financeiras que impediam sua difusão entre os membros da ABRAPSO. Assim sendo, devido às limitações acima citadas, no I Encontro de Maringá realizado em setembro de 1983, cujo tema era “Psicologia Social: Ciência e Profissão”, foi elaborada apenas uma atividade científica, com somente uma temática numa maratona que durou um dia. No entanto, a ABRAPSO já avançava em seu desenvolvimento e a frequência a esse evento foi razoável. Nesse encontro foi criada a Regional Sul da ABRAPSO que abarcava o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Um fator importante para um maior reconhecimento da ABRAPSO foi a elaboração de uma proposta de Filosofia do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá, que tinha como objetivo a não-neutralidade científica da psicologia e os seus contornos políticos e ideológicos dentro do recém-criado Curso de Psicologia da Universidade, ao qual já estava ligado o Núcleo da ABRAPSO de Maringá. Com a aceitação dessa proposta, a ABRAPSO passou a funcionar como respaldo a um curso universitário. Se tornando mais estruturada, a associação foi acolhida e constitui-se a nova diretoria que era composta por: Angela Caniato (presidente), Leila Maria Ferreira Salles (primeira secretária), Dulce Helena Penna Soares (segunda secretária), Marly Lamb (primeira tesoureira) e Carmem de Oliveira (segunda tesoureira). Com isso, a liderança da ABRAPSO se manteve em Maringá, transformada em Sede da Regional Sul, que abrigou a Diretoria Nacional da ABRAPSO durante o período de 1985-1987. Durante a gestão de Caniato foi criada, além da nordestina, a regional mineira, de 1985. Nessa mesma época, o Boletim se transformou na revista Psicologia & Sociedade, tendo sua primeira edição em janeiro de 1986, tornando-se o periódico que mais divulgou trabalhos em Psicologia Social na década de 1980. Essa primeira publicação da revista é toda destinada aos trabalhos apresentados no I Encontro da Regional Sul da ABRAPSO, realizado em Maringá (1983), que tinha como objetivo o questionamento da Psicologia que estava sendo difundida nas universidades. No mesmo ano, foi publicado o segundo número da Revista da Associação Brasileira de Psicologia Social-ABRAPSO, ainda sobre a gestão presidida por Angela Caniato, reunindo artigos em torno da discussão sobre Psicologia Social, marxismo, psicanálise, e materialismo histórico, além de apresentar o Estatuto da ABRAPSO e o Noticiário da associação. A partir de 2004 a Revista Psicologia & Sociedade passa a ser editada somente no formato online, continuando assim até os dias atuais. O acesso a todas as revistas pode ser feito pelo site da Scielo.

CuriosidadesEditar

Durante o período de consolidação da Abrapso, a comunicação entre seus colaboradores se dava principalmente por meio de cartas. Com isso, ao final de uma carta trocada entre a Diretoria Nacional e as Regionais e Núcleos da ABRAPSO em função das atividades e Encontros, a expressão “ABRAPSO” foi alcunhada em substituição à palavra abraço. A partir de então, em todas as correspondências era comum o uso da palavra ABRAPSO ao final. Além disso, empregou-se, também, o uso da expressão “abrapsianos(as)” nos boletins, informes e artigos, como uma marca da identidade, ainda em processo de construção, dos colaboradores da associação. Durante o período de constituição da Revista Psicologia & Sociedade, foi elaborado um símbolo para a capa da mesma, que consistia em um mapa do Brasil com um Ys no centro. Após a publicação de algumas edições, esse acabou transformando-se na logomarca da Associação. A partir de 1988, a Revista da ABRAPSO passou a ter um novo formato, com uma logomarca que contém o mapa do Brasil e internamente o símbolo da Psicologia acompanhado da letra “s”, passando, então, a fazer parte de todos os informativos, anais, folders, cartazes e da Revista ABRAPSO. Foi somente a partir do Encontro Nacional de Recife, realizado em 2011, que a logomarca da ABRAPSO foi alterada, sendo criado o símbolo de uma roda colorida, em alusão a metodologias participativas, permanecendo assim até os dias atuais.

ReuniõesEditar

Encontros Nacionais da AssociaçãoEditar

  • 2° Encontro Nacional - 1986 (Belo Horizonte/MG)
  • 4° Encontro Nacional - 1988 (Vitória/ES)
  • 5° Encontro Nacional - 1989 (João Pessoa/PB)
  • 6° Encontro Nacional - 1991 (Rio de Janeiro/RJ)
  • 9° Encontro Nacional - 1997 (Belo Horizonte/MG)

Paradigmas da Psicologia Social para a América LatinaEditar

  • 8º Encontro Nacional - 1995 (Fortaleza/CE)

ABRAPSO 15 anos: Perspectivas

  • 11º Encontro Nacional - 2001 (Florianópolis/SC)

Psicologia Social e Transformação da Realidade Brasileira: desafios e perspectivas para a ABRAPSO 21 anos depois

  • 12º Encontro Nacional - 2003 (Porto Alegre/RS)

Estratégias de Invenção do Presente – A Psicologia Social no Contemporâneo

  • 13º Encontro Nacional - 2005 (Minas Gerais/MG)

Múltiplos Lugares de Produção e Ação da Psicologia Social

  • 14º Encontro Nacional - 2007 (Rio de Janeiro/RJ)

Diálogos em Psicologia Social

  • 15º Encontro Nacional - 2009 (Maceió/AL)

Psicologia Social e Políticas de Existência: Fronteiras e Conflitos

  • 16º Encontro Nacional - 2011 (Recife/PE)

Psicologia Social e seus Movimentos

  • 17º Encontro Nacional - 2013 (Florianópolis/SC)

Práticas Sociais, Políticas Públicas e Direitos Humanos

  • 18º Encontro Nacional - 2015 (Fortaleza/CE)

Psicologia Social e os Atuais Desafios Ético-Políticos no Brasil

  • 19º Encontro Nacional - 2017 (Uberândia/MG)

Democracia participativa, Estado e laicidade: Psicologia Social e enfrentamentos em tempos de exceção

  • 20º Encontro Nacional - 2019 (São Paulo/SP)

A Psicologia social frente aos autoritarismos, polarização social e crise sistêmica do capitalismo: em defesa da democracia e da emancipação humana

  • 21º Encontro Nacional - 2021 (Online)

As crises e a Psicologia Social: memórias, críticas do presente e estratégias de luta

  • 22º Encontro Nacional - 2023 (Presencial)

A Queda do Céu: implicações da Psicologia Social

DirigentesEditar

Gestão e Diretoria da ABRAPSOEditar

  • 1980-1983

- Presidente: Silvia Tatiana Maurer Lane - Colegiado: Marília Andrade, Sílvia Lane, Roberto Maluf, Brônia Liebesny w Wanderley Codo.

  • 1984-1985

- Presidente: Ângela Maria Pires Caniato

  • 1986-1987

- Presidente: Ângela Caniato - Primeiro Secretário: Leila Maria Ferreira Salles - Segundo Secretário: Dulce Helena Penna Soares - Primeiro Tesoureiro: Marly Lamb - Segundo Tesoureiro: Carmem de Oliveira

  • 1988-1989

- Presidente: Elizabeth de Melo Bomfim - Primeiro Secretário: Marcos Vieira Silva - Segundo Secretário: Karen Von Smigay - Primeiro Tesoureiro: Bianca Guimarães V. Carneiro - Segundo Tesoureiro: Maria Ignes Costa Moreira

  • 1990-1991

- Presidente: Maria de Fátima Quintal de Freitas

  • 1992-1993

- Presidente: Marise Bezerra Jurberg - Colegiado: Angela Arruda, Luiz Antonio Baptista, Maria Lívia do Nascimento e Maria Lúcia Rocha-Coutinho

  • 1994-1995

- Colegiado: Andréa Vieira Zanella, Elton Luis Chiaradia, Cristiane Chiaradia, Mirella Alves de Brito e Almir Pedro Sais

  • 1996-1997

- Colegiado: Zulmira Bomfim, Altamir Aguiar. Silvia B. Correia, Israel Rocha Brandão, Leoncio Camino, Ana Roberta M. Mendes e Juliana Castro, Elton Luis Chiaradia Chaves

  • 1999-2000

- Presidente: Elizabeth Bomfim de Melo

  • 2000-2001

- Presidente: Cecília Pescatore Alves - Colegiado Diretor: José Roberto Heloani; Sérgio Ozella; Sueli Terezinha Martins e Mitsuko Aparecida Makino Antunes - Secretaria Geral: Benedito Medrado - Tesouraria: Leny Sato - Secretaria de Relações com Universidades: Telma Regina de Paula Souza e Marco Aurélio Máximo Prado - Secretaria de Representações perante Agências, Fóruns e Entidades: Marlito de Souza Lima

  • 2002-2004

- Presidente: Neusa Maria de Fátima Guareschi - Primeiro Secretário: Jefferson de Souza Bernardes - Segundo Secretário: Jaqueline Tittoni - Primeiro Tesoureiro: Nelson Rivero - Segundo Tesoureiro: Rosemarie Gartner Tschiede

  • 2004-2005

- Presidente: Cornelis Johannes Van Stralen - Primeiro Secretário: Cláudia Andréa Mayorga Borges - Segundo Secretário: Luciana Kind do Nascimento - Terceiro Secretário: Maria Stella Brandão Goulart - Primeiro Tesoureiro: Cássia Beatriz Batista - Segundo Tesoureiro: Marco Aurélio Máximo Prado

  • 2006-2007

- Presidente: Ana Maria jacó Vilela - Primeiro Secretário: Ana Paula Uziel - Segundo Secretário: Francisco Teixeira Portugal - Primeiro Tesoureiro: Peter Kevin Spink - Segundo Tesoureiro: Leny Sato

  • 2008-2009

- Presidente: Jefferson de Souza Bernardes - Primeiro Secretário: Benedito Medrado - Segundo Secretário: Adélia Augusta Souto de Oliveira - Primeiro Tesoureiro: Maria Auxiliadora Teixeira Ribeiro - Segundo Tesoureiro: Vanda Lúcia Vitoriano do Nascimento - Suplentes: Rosineide de Lourdes Meira Cordeiro e Vera Sonia Mincoff Menegon

  • 2010-2011

- Presidente: Benedito Medrado - Primeiro Secretário: Ricardo Mélio - Segundo Secretário: Andréa Zanella - Primeiro Tesoureiro: Vera Menegon - Segundo Tesoureiro: Jefferson Bernardes - Suplentes: Edna Granja e Jorge Lyra - Editora geral da Revista: Kátia Maheirie

  • 2012-2013

- Presidente: Neuza Maria de Fátima Guareschi - Primeiro Secretário: Andréa Zanella - Segundo Secretário: Henrique Nardi - Primeiro Tesoureiro: Zuleika Kohler Gonzales - Segundo Tesoureiro: Laura Kemp De Mattos - Suplentes: Cleci Maraschin e Irme Salete Bonamigo

  • 2014-2015

- Presidente: Aluísio Ferreira Lima - Primeiro Secretário: Marcelo Gustavo Aguilar Calegare - Segundo Secretário: Leandro Roberto Neves - Primeiro Tesoureiro: Déborah Christina Antunes - Segundo Tesoureiro: Renata Monteiro Garcia - Suplente: Carlos Eduardo Ramos

  • 2016-2017

- Presidente: Emerson Fernando Rasera - Primeiro Secretário: Maristela de souza Pereira - Segundo Secretário: Dolores Galindo - Primeiro Tesoureiro: Marco Antônio Torres - Segundo Tesoureiro: Marcos Ribeiro Mesquita - Suplente: Flavia Cristina Silveira Lemos e Marília dos Santos Amaral

  • 2018-2019

- Presidente: Maria das Graças Lima - Primeiro Secretário: Lívia Gomes dos Santos - Segundo Secretário: Deivis P. B. dos Santos - Primeiro Tesoureiro: Maria Cristina D. Simões - Segundo Tesoureiro: Adriana Eiko Matsumoto - Suplente: Ilídio Rodas neves e Alexandre Pito Giannoni

  • 2020-2021

- Presidente: Deivis P. B. dos Santos - Secretária: Vanessa Louise Batista - Tesoureiro: Regis Toledo Souza - Diretora de Comunicação: Maria Cristina D. Simões - Diretor de Relações Internas: Pedro Henrique Antunes da Costa - Diretora de Relações Externas: Mariana de Almeida Pinto

  • 2022-2023

- Presidente: Hildeberto Vieira Martins - Primeira Secretária: Lia Vainer Schucman - Segundo Secretário: Samir Perez Mortada - Primeira Tesoureira: Adriana Eiko Matsumoto - Segundo Tesoureiro: Alexandre Bárbara Soares - Diretora de Comunicação: Lílian Caroline Urnau - Diretora de Relações Externas: Céu Silva Cavalcanti


ReferênciasEditar

ABRAPSO. Encontros Nacionais - Abrapso. In: ABRAPSO. ABRAPSO - Associação Brasileira de Psicologia Social. [S. l.], [21--]. Disponível em: https://site.abrapso.org.br/encontros/nacionais/. Acesso em: 11 nov. 2023.

BOCK, Ana Mercês Bahia; FERREIRA, Marcos Ribeiro; GONÇALVES, Maria da Graça M.; FURTADO, Odair. Sílvia Lane e o projeto do "Compromisso social da Psicologia". Psicologia & sociedade, [s. l.], v. 19, ed. spe2, p. 46-56, 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/psoc/a/w5gPmcgxnB5w5ThhFkCyCtb#. Acesso em: 11 nov. 2023.

MEDRADO, Benedito; WEDNA, Galindo. Psicologia Social e seus Movimentos: 30 Anos de ABRAPSO. 1. ed. [S. l.]: Editora Universitária UFPE, 2011. 373 p.

PEREZ, Deivis. Histórias da Abrapso. 5. ed. [S. l.]: ABRAPSO Editora, 2019. 123 p.

AutoriaEditar

Verbete criado inicialmente por Caroline Suzana Dantas da Silveira, Gisele de Siqueira Hermínio e Maria Clara Porfiro Silva como exigência parcial para a disciplina de História da Psicologia da UFF de Rio das Ostras. Criado em 2023.2.